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Quais são as matérias-primas mais transacionadas em 2026?

by VT Markets
/
Aug 13, 2026

A verdade surpreendente sobre o que os traders globais não param de comprar em 2026

Pontos-chave:

  • O petróleo bruto continua a ser a matéria-prima mais negociada no mundo, com volumes diários acima de 100 milhões de barris nos mercados globais em 2026
  • As matérias-primas energéticas (petróleo bruto, gás natural e produtos petrolíferos) dominam a negociação e representam cerca de 60% do volume global de transacções em matérias-primas
  • Metais preciosos como o ouro e a prata continuam a atrair forte procura de investimento em períodos de incerteza económica
  • As matérias-primas agrícolas registam volatilidade (oscilações rápidas de preço) sem precedentes devido a fenómenos meteorológicos extremos e a mudanças nas cadeias de abastecimento globais
  • O Brent e o WTI são as principais referências de preço do petróleo a nível mundial
  • Conhecer as matérias-primas negociadas é essencial para diversificar a carteira e fazer cobertura (hedge), ou seja, reduzir o risco em cenários de incerteza

Quais são as matérias-primas mais negociadas nos mercados globais?

A pergunta “quais são as matérias-primas mais negociadas?” ganhou peso porque estas matérias-primas continuam a ser centrais na economia mundial. Em 2026, a negociação global de matérias-primas chega a vários biliões de dólares e influencia desde bens de consumo a equipamento industrial. Para traders e investidores que querem exposição a matérias-primas, saber quais lideram a negociação ajuda a tomar decisões alinhadas com objectivos de investimento.

Matérias-primas são bens básicos usados como base da actividade económica. Incluem petróleo, metais e produtos agrícolas. Os preços reagem muito à oferta e procura, a conflitos e políticas entre países, e ao clima. Estes mercados mudaram com instrumentos como contratos de futuros e fundos cotados (ETFs), que dão mais formas de lidar com a volatilidade.

Como funcionam os mercados de matérias-primas e porque são importantes

Os mercados de matérias-primas são locais (físicos e financeiros) onde estes bens são comprados e vendidos através de vários instrumentos: contratos de futuros, preço à vista (spot, preço para entrega imediata) e CFDs (contratos por diferença, um produto financeiro que permite especular sobre a subida ou descida do preço sem comprar a matéria-prima). Estes mercados permitem formação de preços (price discovery, o processo de o mercado encontrar um preço) e gestão de risco para produtores, consumidores e especuladores (quem assume risco para tentar lucrar). Em 2026, o valor anual da negociação global de matérias-primas ronda 20 biliões de dólares.

Os preços das matérias-primas influenciam a economia mundial: inflação, valor das moedas e crescimento. Quando sobem, o impacto espalha-se pela cadeia de abastecimento, aumenta os custos de produção e afecta o poder de compra.

As matérias-primas mais negociadas: visão geral

1. Petróleo bruto: o líder das matérias-primas energéticas

O petróleo bruto é a matéria-prima mais negociada no mundo. Em 2026, o volume médio diário de negociação rondou 103 milhões de barris, e a negociação de derivados (produtos financeiros cujo valor depende do petróleo) é ainda maior. O petróleo é usado em combustíveis e na produção petroquímica.

Duas referências dominam a negociação:

Brent: produzido no Mar do Norte, é a principal referência de preço para cerca de 60% do petróleo negociado internacionalmente. No início de 2026, os preços oscilaram entre 78 e 95 dólares por barril, com pressão da oferta e procura de países exportadores e grandes consumidores.

West Texas Intermediate (WTI): referência do petróleo na América do Norte, negociada sobretudo na New York Mercantile Exchange (NYMEX, uma bolsa regulada de derivados). O WTI costuma negociar com ligeiro desconto face ao Brent; em 2026 variou entre 74 e 91 dólares por barril.

Este mercado é volátil (muito sujeito a oscilações) por vários motivos:

  • Decisões de produção de países exportadores de petróleo
  • Tensões geopolíticas (conflitos e rivalidades entre países) em regiões produtoras
  • Mudanças na procura global com a industrialização de países emergentes
  • Transição energética (mudança para fontes alternativas), que altera as expectativas de procura
  • Quebras de oferta por conflitos ou sanções (restrições comerciais impostas por governos)

2. Gás natural: a matéria-prima energética em crescimento

O gás natural entrou no grupo das matérias-primas mais negociadas. Em 2026, a negociação atingiu máximos, com países a procurar alternativas ao carvão para produzir electricidade. O consumo global chegou a cerca de 4,1 biliões de metros cúbicos em 2026. O comércio de GNL (gás natural liquefeito, gás arrefecido para poder ser transportado por navio) representou cerca de 540 mil milhões de metros cúbicos.

Os preços do gás variam muito por região:

RegiãoPreço médio (2026)Principal mercado de referência
América do Norte$2.85/MMBtuHenry Hub (NYMEX)
Europa$11.20/MMBtuTTF (Países Baixos)
Ásia$12.40/MMBtuJKM (Japão/Coreia)

O gás natural é usado para produzir electricidade, aquecimento e como matéria-prima industrial (feedstock, um “ingrediente” para fabricar outros produtos). A Energy Information Administration prevê crescimento da procura até 2030, sobretudo em países em desenvolvimento com infra-estruturas energéticas em expansão.

3. Ouro: o principal metal precioso

Entre os metais preciosos, o ouro mantém-se no topo: cerca de 3.000 toneladas transaccionadas por ano através de vários instrumentos. Em 2026, os preços oscilaram entre 2.050 e 2.280 dólares por onça troy (medida usada para metais preciosos, cerca de 31,1 gramas), impulsionados pela procura em cenários de incerteza.

O ouro tem vários papéis:

  • Reserva de valor: bancos centrais detêm cerca de 36.000 toneladas, perto de 17% do ouro acima do solo
  • Activo de investimento: ETFs lastreados em ouro físico (fundos cotados que têm ouro em custódia) somam mais de 3.100 toneladas
  • Uso industrial: electrónica, dentária e outros sectores consomem cerca de 330 toneladas por ano
  • Joalharia: maior destino do ouro, com procura acima de 2.000 toneladas por ano

A VT Markets dá acesso ao ouro por vários instrumentos, ajudando na diversificação da carteira e em estratégias de cobertura (hedging) em períodos de volatilidade.

Matérias-primas agrícolas: a base do abastecimento alimentar

Soja: uma matéria-prima agrícola versátil

A soja está entre as mais negociadas no sector agrícola. A produção global chegou a cerca de 395 milhões de toneladas em 2026. É usada para rações, óleo alimentar e aplicações industriais, o que sustenta a procura.

Os preços reagem sobretudo a factores de oferta:

  • Condições meteorológicas (EUA, Brasil, Argentina)
  • Restrições às exportações impostas por governos
  • Procura da União Europeia e de outros grandes importadores
  • Concorrência de outros produtos agrícolas

Em 2026, a soja oscilou entre 11,50 e 14,80 dólares por bushel (unidade de volume usada nos EUA para cereais e oleaginosas, convertida em peso nos contratos), na CME Group (grupo de bolsas de derivados), reflectindo oferta apertada e maior procura.

Milho: base da segurança alimentar

O milho é outra matéria-prima muito negociada e crítica para a segurança alimentar. A produção global em 2026 atingiu cerca de 1,21 mil milhões de toneladas, com EUA, China e Brasil como maiores produtores.

Principais utilizações:

  • Ração animal: cerca de 60% da produção global
  • Alimentação: consumo directo e alimentos processados, cerca de 15%
  • Biocombustíveis: etanol, cerca de 15% da oferta global
  • Uso industrial: amidos, adoçantes e outros, cerca de 10%

Em 2026, o milho variou entre 4,20 e 5,90 dólares por bushel, com fenómenos meteorológicos extremos a aumentar a volatilidade.

Trigo: alimento essencial

O trigo continua essencial na dieta global, o que o mantém entre os mais negociados. A produção global em 2026 somou cerca de 790 milhões de toneladas, com consumo próximo da produção.

É muito sensível a eventos geopolíticos: quebras de oferta em países exportadores relevantes podem afectar o mercado. Em 2026, os preços oscilaram entre 5,80 e 7,60 dólares por bushel.

Metais preciosos para lá do ouro

Prata: procura industrial e de investimento

A prata é ao mesmo tempo metal de investimento e metal usado na indústria. A produção global em 2026 chegou a cerca de 26.500 toneladas, com preços entre 23 e 29 dólares por onça troy.

A indústria representa cerca de 50% da procura:

  • Electrónica e componentes eléctricos
  • Painéis solares consomem cerca de 4.000 toneladas por ano
  • Aplicações médicas
  • Fotografia e imagem

O restante vem de joalharia, prata trabalhada e investimento. Esta dupla função cria movimentos de preço diferentes dos do ouro.

Platina e paládio: metais do sector automóvel

A platina e o paládio são metais especializados, usados sobretudo em catalisadores automóveis (peças que reduzem emissões). Os preços dependem da produção automóvel e das regras de emissões.

Em 2026, a platina negociou entre 920 e 1.050 dólares por onça troy, e o paládio entre 950 e 1.180 dólares. A longo prazo, a procura pode cair com a maior adopção de veículos eléctricos.

Matérias-primas “duras”: metais para construção e indústria

Minério de ferro: base do aço

O minério de ferro é essencial para produzir aço e está entre as matérias-primas industriais mais negociadas. A produção global superou 2,4 mil milhões de toneladas em 2026, liderada por Austrália, Brasil e China.

Os preços variam muito com a procura chinesa, que representa cerca de 70% do comércio marítimo global de minério de ferro. Em 2026, os preços oscilaram entre 95 e 135 dólares por tonelada, influenciados por:

  • Crescimento económico da China e actividade na construção
  • Oferta dos principais exportadores
  • Utilização da capacidade de produção de aço (quanto das fábricas está efectivamente a produzir)
  • Políticas de investimento em infra-estruturas em países em desenvolvimento

Cobre: barómetro da economia

O cobre é muito usado em electricidade, construção e electrónica, e por isso é visto como indicador económico. É muitas vezes chamado “Dr. Copper” por ser associado ao ciclo económico. Em 2026, a produção global rondou 26 milhões de toneladas.

Em 2026, o cobre oscilou entre 8.200 e 9.800 dólares por tonelada, com oferta limitada e procura ligada a:

  • Infra-estruturas de energia renovável
  • Produção de veículos eléctricos
  • Redes e sistemas de produção e transporte de electricidade
  • Máquinas e equipamento industrial

Negociar matérias-primas: instrumentos e abordagens

É possível aceder a estes mercados por vários instrumentos, consoante o objectivo:

Contratos de futuros: acordos padronizados para comprar ou vender uma quantidade definida de uma matéria-prima a um preço e numa data. São negociados em bolsas reguladas como a NYMEX e a CME Group, com elevada liquidez (facilidade de comprar/vender) e preços transparentes.

ETFs (fundos cotados): fundos que seguem o preço de uma matéria-prima ou de acções do sector, dando exposição sem comprar o activo físico nem gerir futuros.

Acções do sector: títulos de empresas que produzem, processam ou distribuem matérias-primas. Dão exposição indirecta e podem pagar dividendos (distribuição de lucros aos accionistas).

CFDs: contratos por diferença permitem especular sobre o preço sem comprar a matéria-prima. A VT Markets oferece CFDs sobre várias matérias-primas, com possibilidade de alavancagem (usar capital emprestado para aumentar a exposição, com mais risco) e dimensionamento flexível da posição.

Matéria-prima física: compra directa, mas com custos de armazenamento, controlo de qualidade e logística.

O que move os preços das matérias-primas em 2026

Oferta e procura

Oferta e procura continuam a ser o principal motor. Quando a oferta aperta por falhas de produção, perdas de colheitas por mau tempo ou restrições às exportações, os preços tendem a subir. Quando há excesso de oferta ou queda da procura, tendem a descer.

Em 2026, destacam-se:

  • Reorganização das cadeias de abastecimento após a pandemia
  • Transição energética a alterar a procura por combustíveis fósseis e materiais alternativos
  • Crescimento da população e urbanização a aumentar a procura por alimentos
  • Ciclos da produção industrial a mexer no consumo de matérias-primas

Geopolítica

Eventos geopolíticos influenciam fortemente as matérias-primas, em especial energia e produtos agrícolas de zonas de conflito. Tensões entre grandes potências criam incerteza sobre fluxos comerciais, sanções e segurança de abastecimento.

Exemplos em 2026:

  • Tensões no Médio Oriente a afectar a oferta de petróleo
  • Disputas comerciais a afectar exportações agrícolas
  • Sanções a afectar fluxos de gás natural entre regiões
  • Acumulação estratégica de metais por grandes economias (stockpiling, reforço de reservas)

Clima e meteorologia

Fenómenos meteorológicos extremos afectam cada vez mais estes mercados, sobretudo os agrícolas. Em 2026, destacaram-se:

  • Secas severas a afectar o trigo na América do Norte
  • Inundações a atingir a soja na América do Sul
  • Furacões a interromper a produção de petróleo no Golfo do México
  • Vagas de calor a reduzir a disponibilidade e a qualidade de rações

Isto aumenta a volatilidade e mexe com expectativas de preços.

Câmbios

A maioria das matérias-primas é cotada em dólares. Quando o dólar sobe, tende a pressionar os preços porque ficam mais caros noutras moedas. Quando o dólar cai, é comum ver preços a subir.

O papel das matérias-primas em períodos de incerteza

Em períodos de incerteza, as matérias-primas podem ajudar a diversificar a carteira e a proteger contra a inflação (hedge de inflação, uma forma de reduzir o impacto da subida generalizada de preços). Algumas têm relação inversa com activos financeiros tradicionais, o que pode reduzir risco.

Em 2026, a incerteza ligada a mudanças na política monetária, dívida e riscos geopolíticos aumentou a procura por:

  • Metais preciosos: ouro e prata como “refúgios” (activos procurados em crises)
  • Energia: petróleo e gás natural, por manterem poder de compra em períodos inflacionistas
  • Agrícolas: bens essenciais que tendem a manter valor mesmo com a economia fraca

Ainda assim, é importante avaliar a situação financeira, o perfil de risco e o horizonte de investimento antes de entrar em mercados tão voláteis.

Riscos e pontos a ter em conta na negociação de matérias-primas

A negociação de matérias-primas envolve riscos relevantes:

Volatilidade: preços podem variar 5% a 10% (ou mais) num só dia com falhas de oferta, clima ou eventos geopolíticos.

Risco de alavancagem: futuros e CFDs usam muitas vezes alavancagem, que aumenta ganhos e perdas.

Alterações regulatórias: políticas públicas, restrições às exportações e regras ambientais podem mudar preços e condições de negociação.

Armazenamento e entrega: no físico há custos e logística.

Risco de correlação: em crises, a forma como os activos se movem em conjunto pode mudar, reduzindo a diversificação.

Diferenças regionais na negociação de matérias-primas

Há diferenças por região em preços, liquidez e padrões de negociação:

América do Norte: dominada pela NYMEX e CME Group, com elevada liquidez em energia, agrícolas e metais preciosos.

Europa: centros de referência para Brent, gás natural (TTF) e agrícolas, com maior foco em investimentos sustentáveis e alinhados com ESG (critérios ambientais, sociais e de governo das empresas).

Ásia: mercados em forte crescimento, especialmente na China, que influencia o mundo como grande consumidora e como formadora de preços em várias matérias-primas.

Mercados emergentes: países em desenvolvimento ganham peso como produtores e consumidores, criando novas oportunidades e novos preços de referência.

Tendências futuras na negociação de matérias-primas

Várias tendências estão a mudar estes mercados em 2026 e nos anos seguintes:

Transição energética: a mudança para renováveis altera a procura por energia tradicional e abre espaço para metais de baterias e terras raras (minerais usados em tecnologia e energias limpas).

Tecnologia: análise avançada de dados, inteligência artificial e negociação algorítmica (ordens executadas por programas) ganham peso e melhoram eficiência.

ESG: factores ambientais, sociais e de governo influenciam decisões, com mais procura por produção sustentável.

Resiliência das cadeias de abastecimento: empresas e governos diversificam fornecedores e rotas, mudando fluxos comerciais.

Adaptação climática: com eventos extremos mais frequentes, surgem instrumentos e abordagens para gerir risco climático.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quais são as matérias-primas mais negociadas no mundo em 2026?

Em 2026, as mais negociadas são petróleo bruto (Brent e WTI), gás natural, ouro, prata, milho, soja, trigo, cobre e minério de ferro. O petróleo mantém-se como a matéria-prima mais transaccionada, com mais de 100 milhões de barris por dia. Metais preciosos e agrícolas também têm grande negociação através de futuros e ETFs. No total, a energia representa cerca de 60% do volume global.

Como é que a geopolítica afecta os preços das matérias-primas?

A geopolítica aumenta a volatilidade ao interromper abastecimento, impor restrições às exportações ou criar incerteza sobre disponibilidade futura. Tensões com países exportadores de petróleo podem fazer disparar o preço do crude. Conflitos em regiões produtoras de cereais afectam a oferta e os preços. Sanções entre países ou blocos podem desviar fluxos e criar diferenças de preços entre regiões. Para traders, estes eventos podem provocar movimentos rápidos e mudar o risco da carteira.

Qual é a diferença entre matérias-primas “duras” e “suaves”?

Matérias-primas “duras” são recursos extraídos ou minerados: petróleo, gás natural, metais preciosos, minério de ferro e cobre. Exigem grande investimento para produzir e a oferta tende a mudar mais lentamente. Matérias-primas “suaves” são agrícolas: milho, soja, trigo, algodão e gado. Dependem de ciclos biológicos e são muito sensíveis ao clima e à sazonalidade. As duas categorias são essenciais, mas reagem de forma diferente a choques de oferta.

Como é que os traders podem ganhar exposição a matérias-primas?

Podem fazê-lo através de: contratos de futuros em bolsas como NYMEX ou CME; ETFs que seguem preços ou índices; acções de empresas do sector; CFDs, que permitem exposição com alavancagem; ou compra física (mais comum em metais preciosos). Cada opção tem riscos e custos diferentes. A formação e a gestão de risco são essenciais em qualquer abordagem.


Conclusão

Perceber quais são as matérias-primas mais negociadas ajuda a interpretar os mercados. Em 2026, a energia, sobretudo petróleo e gás natural, continua a liderar. Metais preciosos mantêm procura em períodos de incerteza. Produtos agrícolas são centrais para a segurança alimentar. Metais industriais como minério de ferro e cobre sustentam investimento em infra-estruturas.

A relação entre oferta e procura, geopolítica, clima e ciclo económico cria oportunidades e riscos. Seja via futuros, ETFs, acções do sector ou CFDs, é essencial conhecer as características de cada mercado e o que move os preços.

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