Incerteza na oferta e no transporte
A liberação planejada das reservas foi descrita como uma medida de curto prazo (solução temporária) que pode não cobrir uma perda estimada de 25 milhões de barris por dia na produção, ligada ao conflito. Também foi citado o risco de continuidade da interrupção de embarques de petróleo e gás do setor privado (envios feitos por empresas), mesmo que os combates terminem rapidamente. Medidas de prazo maior, como acordos mais amplos ou escoltas organizadas para navios (proteção por forças de segurança para reduzir ataques e riscos), foram mencionadas como formas de reduzir as preocupações com a segurança e a continuidade do transporte. O texto informa que foi produzido com uma ferramenta de IA (inteligência artificial, um software que gera texto automaticamente) e revisado por um editor. A manutenção do WTI acima de US$ 90 por barril mostra que o mercado está deixando de lado soluções rápidas, como a liberação de reservas estratégicas. O problema principal segue sendo o risco relevante de falta de oferta devido ao conflito, que afeta o Estreito de Ormuz. A confiança em uma solução rápida é muito baixa entre operadores (traders, pessoas e empresas que compram e vendem ativos). Dados de fevereiro de 2026 da AIE/IEA (Agência Internacional de Energia, órgão que acompanha o mercado global de energia) confirmam um déficit global de oferta acima de 3 milhões de barris por dia, o que sustenta os preços. Esse déficit contraria as garantias do fim de 2025 de que o impacto do conflito seria pequeno. Assim, o mercado está colocando no preço um período mais longo de oferta abaixo do necessário.Estratégias para possível alta contínua
Com esse cenário, uma estratégia é buscar exposição a uma possível alta contínua por meio de opções de compra (call: contrato que dá direito de comprar por um preço definido) sobre futuros de WTI (contratos para comprar ou vender no futuro por um preço combinado). A volatilidade implícita (expectativa do mercado sobre o quanto o preço pode oscilar, embutida no preço das opções) está alta, com o índice OVX da CBOE (indicador de volatilidade de opções de petróleo da bolsa CBOE) passando de 55, nível não visto desde os primeiros sustos de oferta de 2025. Isso indica que as opções estarão caras, mas ainda existe chance de movimentos fortes de alta. A estrutura do mercado mudou para backwardation (quando os contratos de curto prazo ficam mais caros do que os de prazos mais longos, sinalizando aperto imediato de oferta). Isso é parecido com a reação vista após a invasão da Ucrânia em 2022, indicando medo de falta no curto prazo. Operadores podem tentar aproveitar com spreads de calendário (estratégia que compra e vende contratos de meses diferentes) para apostar na continuidade desse estresse de curto prazo. O risco não é apenas uma ideia: ele aparece nos custos de logística. Na semana passada, houve relatos de que os prêmios de seguro do transporte marítimo (valor extra pago para cobrir risco) para navios-tanque no Golfo dobraram de um dia para o outro após outro incidente de segurança. Isso aumenta o custo final do petróleo entregue (custo total até chegar ao destino) e reforça que as cadeias de abastecimento (rede de produção e transporte) devem continuar frágeis por um período prolongado.
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