USD/KRW encontrou resistência intermediária em torno de 1561 em junho e, desde então, o avanço perdeu força, deixando o par posicionado para operar em faixa. Há evidências limitadas, neste estágio, para sustentar expectativas de uma queda expressiva. Em qualquer correção de curto prazo, a mínima recente (pivot) em 1530 é identificada como a primeira camada de suporte.
Um movimento de volta acima de 1561 seria interpretado como confirmação de que a tendência de alta mais ampla está sendo retomada. Nesse cenário, as próximas projeções são vistas em torno de 1573 e 1580. O artigo foi produzido com o auxílio de uma ferramenta de inteligência artificial e editado antes da publicação.
Negociação em Faixa Antes de Divulgações Relevantes
Parece-nos que o USD/KRW está se acomodando em uma faixa após bater na resistência em 1561 no mês passado. Por ora, vemos o par andando de lado entre esse teto e um piso na região de 1530. Não há um sinal forte de uma queda acentuada, então estamos monitorando esses dois níveis-chave para o próximo movimento.
Observamos que o crescimento das exportações da Coreia do Sul em junho, divulgado ontem, veio em 7,8%, ligeiramente abaixo da projeção de 8,5%, devido a uma pequena queda na demanda global por semicondutores. Essa pressão econômica subjacente torna improvável uma valorização significativa do won coreano, reforçando nossa visão de que o suporte em 1530 deve se manter em eventuais recuos. O Banco da Coreia também manteve a taxa básica inalterada nesta manhã, sinalizando uma postura cautelosa.
Agora, todas as atenções se voltam para o relatório de payroll (emprego) dos EUA, fora do setor agrícola, que será divulgado nesta sexta-feira e deve mostrar uma adição robusta de 195 mil vagas em junho. Um número forte de empregos sustentaria a postura do Federal Reserve de manter os juros em patamar elevado, fortalecendo o dólar. Essa divergência na política dos bancos centrais é uma das principais razões pelas quais antecipamos um eventual teste da parte superior da faixa.
Estratégias com Opções e Gestão do Risco de Alta
Diante dessa faixa esperada no curto prazo, acreditamos que a venda de strangles de opções com vencimentos curtos, com strikes fora da banda 1530–1561, pode ser uma estratégia viável. A volatilidade implícita recuou para a mínima de três meses, em 7,2%, barateando a implementação de estratégias que se beneficiam de um período de consolidação. Essa abordagem nos permite capturar prêmio enquanto o mercado define sua próxima direção.
Estamos preparados para alterar essa estratégia rapidamente se ocorrer um rompimento. Um movimento decisivo acima de 1561, especialmente após dados fortes nos EUA, seria nosso sinal para comprar opções de compra (calls) ou montar spreads de call com viés altista. Nossos alvos nesse cenário seriam os níveis de 1573 e 1580.
Historicamente, o par costuma consolidar no início do verão no hemisfério norte antes de realizar um movimento mais sustentado mais adiante no trimestre. Nossa estratégia atual de negociação em faixa, portanto, depende da manutenção firme do suporte em 1530. Uma quebra abaixo desse nível invalidaria nossa tese e exigiria zerar quaisquer posições vendidas em volatilidade.
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