O Federal Reserve manteve sua taxa básica em 3,50%–3,75%, mas a decisão por 9–3 mostrou uma inclinação mais forte para uma política mais restritiva, já que três dirigentes defenderam uma alta imediata de 25 pontos-base. O FOMC afirmou que a atividade vinha se expandindo em ritmo sólido e que o mercado de trabalho estava estável, ao mesmo tempo em que descreveu o crescimento da produtividade e o investimento de capital como fortes; a inflação, porém, permaneceu elevada, em parte devido a choques de oferta, incluindo energia. Os dissidentes Beth Hammack, Neel Kashkari e Lorie Logan votaram por juros mais altos.
Perspectivas para a política do Fed e fatores da decisão
O presidente Kevin Warsh reiterou que a meta de inflação permanece em 2% e disse que a política não seguirá um caminho pré-definido, com o Comitê, em vez disso, ponderando as tendências da inflação, se os choques de oferta estão se espalhando e os sinais dos mercados financeiros antes da próxima decisão em sete a oito semanas.
Mandato, reuniões e instrumentos
O mandato do Fed é a estabilidade de preços e o pleno emprego, usando sua taxa de juros como o principal instrumento, com movimentos que afetam o dólar americano (USD). O Fed realiza oito reuniões por ano; o FOMC é composto por doze dirigentes. A flexibilização quantitativa (QE) expande o crédito e tende a enfraquecer o USD, enquanto o aperto quantitativo (QT) reverte o QE e, em geral, dá suporte à moeda.
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