Cronograma da Seção 301 e continuidade das tarifas
As tarifas da Seção 122 duram 150 dias e devem terminar em 27 de julho, a menos que o Congresso as prorrogue, o que parece improvável. As investigações da Seção 301 estão programadas para terminar antes de 27 de julho. O momento sugere que o novo processo da Seção 301 deve substituir as tarifas atuais da Seção 122 e evitar um intervalo quando o limite de 150 dias acabar. Isso aponta para a continuidade das tarifas de alguma forma e para incerteza contínua na política comercial (regras e decisões do governo sobre comércio), o que pode aumentar a oscilação do câmbio (variações do preço das moedas) por volta do meio do ano. O texto informa que foi produzido com uma ferramenta de IA (inteligência artificial) e revisado por um editor. Parece que o governo dos EUA quer manter as tarifas, trocando as antigas antes de elas vencerem em 27 de julho. Isso indica mais incerteza na política comercial e um câmbio mais instável perto do meio do ano. O resultado dessas investigações parece já decidido; a dúvida não é *se* as tarifas vão continuar, mas *como*.Oscilação nas negociações perto do prazo de julho
Com esse cronograma claro, vale considerar comprar volatilidade (aposta/proteção para grandes oscilações de preço) em pares de moedas sensíveis a notícias de comércio, como o dólar americano contra o yuan chinês (USD/CNH). Conforme o prazo de julho se aproxima, a volatilidade implícita (expectativa do mercado para oscilações futuras, medida no preço das opções) nas opções desses pares tende a subir bem a partir dos níveis atuais. Isso cria chance de se posicionar para um grande movimento de preço, independentemente da direção. Dados recentes sustentam essa ideia: o Índice de Volatilidade do Yuan da CBOE (VXCNH — indicador que mede a volatilidade esperada do yuan via opções) está perto de mínimas de vários meses, em torno de 6,2, bem abaixo dos picos acima de 9,5 vistos em disputas comerciais parecidas no início de 2025. Além disso, os últimos números de comércio divulgados na semana passada mostraram que o déficit comercial dos EUA (quando o país importa mais do que exporta) com nações-alvo aumentou inesperadamente 4% no último trimestre, elevando a pressão política. Isso sugere que o mercado ainda não colocou totalmente no preço o risco de nova tensão comercial. Olhando para 2025, lembramos como anúncios repentinos de tarifas em 2018–2019 causaram movimentos fortes e duradouros no yuan. Esses episódios mostraram que as reações iniciais podem ser grandes quando traders (operadores) reposicionam carteiras inteiras. O histórico sugere um padrão parecido: mais manchetes e reações do mercado no segundo trimestre. Essa incerteza pode afetar moedas “proxy” (moedas usadas como indicador indireto do apetite global por comércio e risco). Vale acompanhar o dólar australiano e o won sul-coreano, que costumam reagir muito a mudanças na relação comercial EUA–China. Usar derivativos (contratos financeiros cujo valor depende de um ativo, como câmbio), para proteger (hedge — reduzir risco) ou para apostar (especular), pode ser uma estratégia secundária útil. Uma abordagem simples seria comprar strangles de opções de prazo mais longo em USD/CNH com vencimento após o fim de julho. Isso significa comprar uma opção de compra (call) e uma opção de venda (put) fora do dinheiro (out-of-the-money — com preço de exercício que ainda não dá ganho se o preço atual não se mover bastante). A estratégia pode dar ganho se o câmbio fizer um movimento relevante para qualquer lado. Com volatilidade baixa agora, essas opções tendem a ser mais baratas.
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