Vantagem do Exportador de Energia
O dólar também recebeu apoio da posição dos EUA em energia, já que os Estados Unidos são exportadores líquidos de energia desde 2019 (exportam mais do que importam). Também são o maior exportador de GNL (gás natural liquefeito, gás resfriado para virar líquido e ser transportado em navios) desde o começo de 2026, à frente do Catar e da Austrália. Outro fator foi o ajuste de posições (position-squaring: reduzir ou zerar apostas anteriores), porque o mercado entrou no período com exposição líquida vendida em USD (net short: mais apostas na queda do dólar do que na alta) e depois reduziu o risco durante a incerteza geopolítica. A fonte diz que o material foi produzido com ajuda de IA (inteligência artificial, software que gera texto) e revisado por um editor, e que algumas observações foram reunidas pela equipe FXStreet Insights a partir de material de especialistas e analistas. Neste cenário, vemos o dólar ganhando força com fluxos de busca por segurança e com a reversão de posições anteriores. A incerteza geopolítica faz traders (operadores) comprarem dólar por segurança, desfazendo apostas antigas de queda. Nas próximas semanas, vale considerar estratégias que se beneficiem de um dólar seguindo firme. O fato de os EUA serem o maior exportador de GNL do mundo ajuda o dólar quando há instabilidade no preço da energia. Dados recentes da EIA (Energy Information Administration, órgão do governo dos EUA que publica dados de energia) de janeiro de 2026 confirmaram que as exportações americanas de GNL bateram novo recorde, dando vantagem à economia dos EUA. Isso sugere preferir o dólar contra moedas de grandes importadores de energia, como Japão ou a zona do euro (Eurozona: países que usam o euro).Posicionamento e Volatilidade
Grande parte dessa alta também vem do ajuste de posições, com traders fechando suas posições vendidas em USD. Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission, órgão dos EUA que divulga dados sobre posições em contratos) do fim de fevereiro de 2026 mostraram forte redução nas posições líquidas vendidas em dólar, mas esse movimento pode não ter terminado. Por isso, opções (contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo a um preço definido) que aproveitam um dólar em alta e maior volatilidade (variação de preço), como straddles comprados (estratégia com compra de opção de compra e de venda no mesmo preço) no par EUR/USD (euro contra dólar), podem fazer sentido. Vimos algo parecido em 2022, quando a crise de energia na Europa gerou uma forte alta do dólar contra o euro. Esse exemplo mostra o peso da diferença entre exportadores e importadores de energia no mercado de moedas. Isso indica que a tendência pode continuar e não ser só reação de curto prazo. Com isso, podemos olhar para a compra de opções de compra (call: contrato que ganha se o preço subir) no Índice do Dólar (DXY, índice que mede o dólar contra uma cesta de moedas) com vencimento em março ou abril, para tentar lucrar com a força do dólar. Outra alternativa é uma operação de par (pair trade: vender um ativo e comprar outro ao mesmo tempo) vendendo contratos futuros (futuros: contratos para comprar/vender no futuro) do iene japonês e comprando futuros do dólar, aproveitando a diferença de segurança energética. Essas posições seguem os fatores principais que estão movendo o mercado.
Comece a negociar agora – Clique aqui para criar sua conta real na VT Markets