Direção do Dólar Guia a Alocação
A BNY disse que a política dos bancos centrais está afetando as moedas, com o mercado já precificando (ou seja, “colocando nos preços”) duas altas de 25 pontos-base (0,25 ponto percentual) do Banco Central Europeu em 2026. Disse que o Fed (banco central dos EUA) tem 40% de chance de um corte, e essa diferença levou o euro (EUR) de 1,15 para 1,18 nesta semana. Disse que os mercados emergentes enfrentam um efeito em cadeia ligado aos movimentos do USD e ao risco de intervenção do banco central (quando o banco central entra no mercado para tentar sustentar a moeda). Acrescentou que novas intervenções podem manter os juros de curto prazo mais altos nos mercados globais. O artigo foi produzido com uma ferramenta de IA e revisado por um editor. O caminho do dólar dos EUA é o fator mais importante para nossas escolhas de diversificação neste trimestre, pois sua direção deve determinar se ações internacionais ou ações dos EUA lideram. Vimos as ações dos EUA terem desempenho bem melhor que o índice ROW desde o início da alta do mercado. Essa relação é clara, pois o índice ROW mostrou uma forte correlação inversa com o índice do dólar no último ano (quando um sobe, o outro tende a cair).Operar a Diferença com Opções
Essa diferença está sendo impulsionada pelas expectativas sobre a política dos bancos centrais. O mercado agora precifica duas altas de 25 pontos-base do Banco Central Europeu em 2026, enquanto as chances de um corte de juros do Federal Reserve caíram para cerca de 30% após o relatório de inflação dos EUA da semana passada, que veio um pouco acima do esperado. Essa diferença de política levou o par EUR/USD (cotação do euro contra o dólar) de 1,15 para perto de 1,18. Para quem negocia derivativos (contratos cujo valor depende de outro ativo), isso significa que opções sobre o U.S. Dollar Index (DXY, um índice do dólar), hoje perto de 105,5, podem ser uma forma direta de se posicionar para uma mudança. Um dólar mais fraco tende a ajudar ETFs (fundos negociados em bolsa) de ações internacionais, o que torna calls (opções de compra, usadas para lucrar com alta) nesses instrumentos mais interessantes. Já um dólar mais forte favorece a continuação do melhor desempenho das ações dos EUA. Também devemos considerar estratégias com opções que aproveitem a diferença entre o S&P 500 e os índices ROW. À medida que avançamos na temporada de resultados do 2º trimestre, a orientação dos CEOs (declarações dos presidentes das empresas sobre o futuro) sobre como lidar com choques de oferta (falta ou encarecimento de insumos e produtos) e proteger margens (lucro sobre as vendas) será importante para a direção do mercado. Qualquer sinal de piora nas perspectivas das empresas dos EUA pode acelerar uma migração para mercados internacionais. Mercados emergentes têm um cenário mais complexo por causa do risco de intervenções de bancos centrais para apoiar suas moedas. Isso mantém os juros locais altos, o que atrapalha as ações. Historicamente, um dólar forte, como o visto em boa parte de 2025, costuma pesar bastante sobre ETFs de mercados emergentes.
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