Energy Prices And German Growth
Eles projetaram o crescimento do 2º trimestre perto de estagnação (quase zero), abaixo da estimativa anterior de 0,2% no trimestre contra o trimestre anterior. Disseram que o apoio da política fiscal sustenta o cenário básico para o PIB trimestral. Num choque pior de energia (alta forte e persistente de preços e possível falta de oferta), estimaram que o crescimento de 2026 pode cair para cerca de 0,5%, com 2027 em 1,0%. Nesse caso, disseram que a inflação média anual ao consumidor pode ficar bem acima de 3,0% tanto em 2026 quanto em 2027. O texto informou que foi criado com ajuda de uma ferramenta de IA (inteligência artificial, programa que gera texto com base em dados) e revisado por um editor. Foi publicado via FXStreet Insights, que reúne comentários de mercado selecionados de analistas externos e internos. Neste momento, há uma visão dividida para a economia alemã: gastos fortes do governo contra o impacto negativo de energia cara. Como os resultados possíveis para o PIB deste ano variam bastante, uma estratégia principal é se preparar para maior volatilidade do mercado (oscilações mais fortes de preços). Traders (pessoas que negociam no curto prazo) podem considerar comprar straddles ou strangles no índice DAX (principal índice de ações da Alemanha); são estratégias com opções (contratos que dão o direito de comprar ou vender) que tendem a ganhar com grandes movimentos, para cima ou para baixo. Outra alternativa é comprar opções de compra (call, contrato que ganha se o preço subir) no índice VDAX-NEW (índice de volatilidade do DAX, uma medida do “medo” do mercado).Positioning For Higher Volatility
O risco de uma desaceleração relevante está aumentando, especialmente ao entrar no 2º trimestre. A pesquisa mais recente ZEW de Sentimento Econômico (levantamento com analistas sobre expectativas) para abril caiu com força para -5,2, mostrando pessimismo para os próximos seis meses. E, com as tensões no Oriente Médio fazendo o Brent (preço de referência do petróleo) voltar a passar de US$ 95 por barril na semana passada, o cenário negativo parece mais provável. Esse ambiente justifica considerar opções de venda (put, contrato que ganha se o preço cair) no DAX para proteção (hedge, reduzir risco) contra a piora do consumo das famílias. A inflação segue como fator central, que pode complicar o cenário e pressionar o euro. A estimativa preliminar mais recente do CPI alemão (índice de preços ao consumidor, mede a inflação) de março de 2026 mostrou alta para 2,9% e, se o cenário ruim de energia acontecer, a inflação pode ficar travada bem acima de 3,0%. Esse ambiente de estagflação (inflação alta com economia fraca) dificulta a ação do BCE (Banco Central Europeu), sugerindo posições vendidas (apostar em queda) em EUR/USD (cotação do euro contra o dólar) como operação possível. O gatilho direto dessa pressão econômica continua sendo o mercado de energia. Os preços do gás natural europeu TTF (referência de preço do gás negociado na Holanda) também subiram, enquanto os níveis de armazenamento de gás na Alemanha, informados esta semana em 68%, estão um pouco abaixo da média de cinco anos para meados de abril. Para quem acredita que a situação geopolítica não vai melhorar tão cedo, opções de compra em ETFs de energia (fundo negociado em bolsa que acompanha um setor) ou em contratos futuros de petróleo (acordo para comprar/vender no futuro a um preço definido) oferecem uma forma direta de operar essa visão. Por outro lado, qualquer sinal de queda nos preços de energia pode permitir que o ritmo da economia volte a aparecer, impulsionado pelas medidas de apoio fiscal vistas na segunda metade de 2025. Uma queda forte no preço do petróleo seria um sinal para desfazer posições pessimistas e voltar a aumentar a exposição comprada (apostar em alta) em ações alemãs. Isso torna opções de compra em líderes do setor industrial alemão uma estratégia viável para uma possível recuperação.
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