Foco na inflação da Tchéquia e nos preços “núcleo”
Na Tchéquia, a estimativa final da inflação de março deve sair após a prévia ter subido de 1,4% para 1,9%, abaixo do esperado pelo mercado. A atenção está na inflação “núcleo” (core inflation), que é a medida que tenta mostrar a tendência real dos preços ao excluir itens muito voláteis, como energia e alimentos; em fevereiro, ela foi de 2,7%. Espera-se que o Banco Central da Tchéquia mantenha a política sem mudança neste ano. O EUR/CZK (par cambial: euro vs. coroa tcheca) caiu abaixo de 24,350 e está perto de 24,250, mas não se espera um retorno a 24,250 com a incerteza geopolítica atual e com duas altas de juros do CNB (Banco Central da Tchéquia) já “colocadas no preço” pelo mercado, ou seja, já consideradas nas cotações. Na Hungria, espera-se que o EUR/HUF (euro vs. forint húngaro) se estabilize na faixa de 355–360. O dado recente de inflação da Romênia, de 9,9%, indica que o Banco Nacional deve manter a taxa de juros em 7,00% ao longo de 2026. Isso reforça que a pressão de preços continua forte, como em 2024, quando os juros ficaram altos por mais tempo. Para traders, isso sugere usar FRAs (Forward Rate Agreements), que são contratos para “travar” hoje uma taxa de juros futura, apostando que os juros romenos vão continuar altos até o fim do ano. Crie sua conta real na VT Markets e comece a operar agora.
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