Queda do petróleo reduz medo de inflação
A queda do petróleo diminuiu o medo de inflação (alta generalizada de preços) e reduziu a expectativa de o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) endurecer a política monetária (subir juros e/ou cortar estímulos). O diretor do Fed Stephen Miran disse que o choque de energia ligado ao Irã (aumento de preços de petróleo e combustíveis por causa de risco geopolítico) não afetou as expectativas de inflação de longo prazo (o que o mercado acredita que será a inflação no futuro). Ele espera que a pressão nos preços volte para a meta em até um ano. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã fez contato e quer retomar negociações. O vice-presidente JD Vance citou esforços diplomáticos (conversas entre governos para evitar conflito) e disse que as conversas do fim de semana foram construtivas e melhoraram o entendimento da posição do Irã. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse ao Semafor, na terça-feira, que os EUA devem “esperar para ver” antes de cortar a taxa de juros. Ele afirmou confiar que as altas recentes de preços não vão se enraizar nas expectativas de inflação (ou seja, não vão virar “normal” na visão do mercado e das empresas). A atenção também está nos resultados de bancos, incluindo JPMorgan Chase e Wells Fargo. O Goldman Sachs caiu quase 2% na segunda-feira após ficar abaixo das estimativas de receita em negociação de renda fixa, moedas e commodities (matérias-primas).
Comece a negociar agora – Clique aqui para criar sua conta real na VT Markets