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Dentro de uma estrutura de Ondas de Elliott baixista, o S&P 500 negocia em queda, passando de uma correção para um declínio impulsivo

by VT Markets
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Mar 25, 2026
O S&P 500 é descrito como operando dentro de um cenário de baixa (tendência de queda) baseado na Teoria das Ondas de Elliott (um método de análise técnica que tenta identificar padrões repetidos de movimento de preço). O movimento de preço é apresentado como coerente com a passagem de uma fase corretiva (quando o preço “respira” e ajusta depois de um movimento anterior) para uma fase impulsiva (um movimento mais forte e direto, geralmente a favor da tendência), com a contagem de ondas mais ampla ainda considerada válida. Em prazos maiores (gráficos de longo período, como diário/semanal), a sequência de ondas é descrita como incompleta. O índice estaria seguindo um caminho projetado de baixa, com possibilidade de mais “pernas” de queda (novos trechos de movimento para baixo) antes de o ciclo corretivo ser considerado encerrado.

Lower Time Frame Scenarios

Em prazos menores (gráficos de curto período, como intradiário), o foco está nas sub-ondas internas (movimentos menores dentro de uma onda maior) que podem afetar o tempo e a força do movimento no curto prazo. São apresentados dois cenários: uma correção mais profunda (uma queda/retorno maior antes de cair de novo) antes de outra queda, ou uma consolidação rasa ou lateral (preço “andando de lado”) seguida de uma queda mais rápida. O texto diz que a confirmação pela estrutura das ondas e pelo comportamento do preço pode determinar qual cenário acontece. Também menciona um vídeo que mostra as contagens de ondas em prazos altos e baixos e os principais pontos (níveis) a acompanhar. Neerav Yadav é identificado como trader de futuros (contratos para comprar/vender um ativo numa data futura) ativo desde 2014. Ele diz focar em futuros de energia, ouro, índices, ações e outros instrumentos (ativos negociáveis). Vemos o S&P 500 mostrando sinais de formação de topo (padrão que sugere que o preço pode parar de subir e começar a cair), o que combina com a estrutura maior de baixa. O índice rejeitou o nível de 4.400 por três semanas seguidas (tentou passar e não conseguiu), e os dados fracos de vendas no varejo do mês passado, com queda de 0,5%, reforçam essa visão mais cautelosa. Esse padrão sugere que um período de ajuste do mercado (realinhamento de preços/posições) ou um novo movimento de queda está ficando mais provável.

Options Positioning Considerations

Esse comportamento de mercado lembra a volatilidade (variação forte de preços) vista ao longo de 2025, quando a inflação alta persistente impediu o Federal Reserve (banco central dos EUA) de cortar os juros tão rápido quanto o esperado. Acreditamos que os efeitos desse ciclo de aperto (juros mais altos e condições financeiras mais “duras”) ainda estão pressionando as projeções de lucros das empresas para o segundo trimestre de 2026. O cenário atual indica que o mercado ainda não colocou totalmente no preço uma possível desaceleração econômica. Para traders de derivativos (instrumentos cujo preço depende de outro ativo, como opções), isso sugere duas formas de agir nas próximas semanas. Uma opção é se posicionar para uma queda imediata comprando puts (opções que ganham valor quando o preço cai). A outra é esperar um possível rali de alívio (alta curta contra a tendência) para montar posições de baixa a preços melhores. A escolha depende da tolerância ao risco de um movimento de curto prazo contra a tendência principal. Estamos aguardando confirmação estrutural antes de apostar pesado em uma direção. Um indicador-chave será o Índice de Volatilidade da CBOE (VIX) (termômetro do medo do mercado, baseado em opções do S&P 500), que já subiu de 18 para 22 nos últimos dez dias, sinalizando aumento da ansiedade dos investidores. Uma quebra clara abaixo da média móvel de 50 dias do S&P 500 (média do preço dos últimos 50 pregões, usada para avaliar tendência) seria um sinal forte de que a próxima perna de baixa começou. Traders que esperam um movimento de queda forte e imediato podem considerar comprar puts perto do preço atual (strike próximo ao preço) com vencimentos em abril ou maio de 2026 para capturar o impulso inicial. Para quem espera uma queda mais longa depois de um período de consolidação, puts com vencimentos mais longos e strikes mais baixos (preços definidos mais distantes) podem oferecer uma relação risco-retorno melhor (comparação entre o que se pode perder e o que se pode ganhar). Isso ajuda a expressar uma visão de baixa enquanto se lida com a incerteza do timing (momento exato). Dadas as reversões bruscas vistas no outono de 2025, pode ser prudente usar estratégias de risco definido, como bear put spread (estrutura com duas puts para limitar risco e custo). Isso envolve comprar uma put e, ao mesmo tempo, vender outra put com strike mais baixo, o que reduz o custo inicial e limita o lucro máximo. Essa abordagem permite participar de uma queda e se proteger contra uma alta repentina e inesperada do mercado.

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