Mercados focam na política do Fed e na geopolítica
Comentários citados no mercado incluíram a possibilidade de um atraso de “um mês mais ou menos” na viagem do presidente Trump à China. Outras falas pediam mais um corte de juros e diziam que o Estreito de Hormuz (passagem marítima estratégica por onde passa grande parte do petróleo) seria resolvido em breve, com a guerra terminando, mas “não nesta semana”. Os mercados acompanham a reabertura do título de 20 anos na terça-feira (nova venda de um papel já existente) em busca de sinais de demanda mais fraca. Os eventos no Oriente Médio são descritos como o principal fator dos preços, superando os dados econômicos. O texto informa que foi produzido com uma ferramenta de inteligência artificial (IA, software que gera texto automaticamente) e revisado por um editor. Agora vemos que a visão de uma pausa prolongada, e não de uma alta, foi a correta em 2025. O Fed manteve a taxa básica (federal funds rate, juros de curto prazo dos EUA) na faixa de 5,25% a 5,50% por vários trimestres. Essa estabilidade foi o tema central e favoreceu estratégias que apostavam contra novas altas.Derivativos passam a focar no momento dos cortes
À medida que as manchetes geopolíticas do Oriente Médio perderam força no fim de 2025, a volatilidade (oscilação dos preços) do mercado caiu bastante. O VIX (índice que mede o “medo” do mercado, baseado em opções do S&P 500) ficou em torno de 14, bem abaixo dos picos vistos na incerteza. Isso sugere que alguns traders podem vender volatilidade usando estratégias com opções (contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo), se não surgirem novos choques. Com a pausa consolidada, o foco dos derivativos de juros (contratos cujo valor depende das taxas de juros, como futuros e swaps) mudou de “se” haverá alta para “quando” haverá corte. A ferramenta CME FedWatch (indicador que usa preços de futuros para estimar probabilidades de decisões do Fed) hoje aponta mais de 70% de chance de o Fed manter os juros até o segundo trimestre, mas as chances de corte aumentam para a segunda metade do ano. Esse cenário favorece posições em futuros de SOFR (contratos ligados à SOFR, taxa de referência de curto prazo) que antecipem uma mudança para um tom mais “leve” (dovish: mais inclinado a cortar juros) mais tarde em 2026. A preocupação com sinais de enfraquecimento da demanda por Treasuries nos leilões de 2025 diminuiu por enquanto. O rendimento (yield, retorno anual) do Treasury de 10 anos está em torno de 4,3%, refletindo a aceitação do mercado da postura paciente do Fed. Os traders devem observar os próximos leilões não por sinais de estresse, mas por mudanças sutis na demanda que possam indicar alteração nas expectativas de inflação de longo prazo. Crie sua conta real na VT Markets e comece a negociar agora.
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