Suporte ao dólar por dados e geopolítica
Dados dos EUA deram suporte ao dólar: os Pedidos Iniciais de Seguro-Desemprego (número de pessoas que solicitam o benefício pela primeira vez) caíram para 213 mil na semana encerrada em 7 de março, contra a previsão de 215 mil. O Início de Construções de Moradias (Housing Starts, quantidade de novas casas cuja construção começou) subiu para 1,487 milhão, acima da expectativa de 1,35 milhão. O Índice do Dólar (DXY, medida do dólar contra uma cesta de moedas) ficou em torno de 99,50, alta de cerca de 0,22% no dia. O petróleo mais caro elevou preocupações com a inflação (aumento geral de preços) e mexeu com as expectativas sobre a política dos bancos centrais (decisões de juros e medidas para controlar a economia). O mercado passou a precificar totalmente uma alta de juros do Banco Central Europeu já na reunião de julho. O euro ficou pressionado porque energia mais cara pode piorar o cenário da Zona do Euro, que depende de energia importada. Nos EUA, o mercado passou a precificar cerca de 25–30 pontos-base de corte de juros pelo Federal Reserve até dezembro, abaixo de mais de 50 pontos-base antes da guerra, segundo o CME FedWatch (ferramenta que estima a probabilidade de mudanças de juros com base em contratos futuros). A atenção então foi para o relatório do Índice de Preços PCE (Personal Consumption Expenditures, indicador de inflação baseado nos gastos das pessoas) previsto para sexta-feira, já que a inflação continuou acima da meta de 2%. Crie sua conta real na VT Markets e comece a operar agora.
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