A atenção deverá centrar-se no relatório de emprego dos EUA de agosto. As previsões apontam para uma recuperação das folhas de pagamento não agrícolas (nonfarm payrolls) para 80 mil, enquanto a taxa de desemprego deverá subir ligeiramente para 4,2% e os ganhos médios por hora aumentar 0,3% em cadeia, o que manteria o crescimento salarial em termos homólogos na faixa baixa dos 3%. A leitura mais abrangente aponta para ganhos de emprego contínuos, embora contidos, a par de despedimentos reduzidos e crescimento salarial estável, sugerindo um arrefecimento gradual, em vez de um enfraquecimento acentuado das condições do mercado de trabalho.
Perspetivas para o mercado de trabalho dos EUA
A atenção deverá centrar-se no relatório de emprego dos EUA de agosto. As previsões apontam para uma recuperação das folhas de pagamento não agrícolas (nonfarm payrolls) para 80 mil, enquanto a taxa de desemprego deverá subir ligeiramente para 4,2% e os ganhos médios por hora aumentar 0,3% em cadeia, o que manteria o crescimento salarial em termos homólogos na faixa baixa dos 3%. A leitura mais abrangente aponta para ganhos de emprego contínuos, embora contidos, a par de despedimentos reduzidos e crescimento salarial estável, sugerindo um arrefecimento gradual, em vez de um enfraquecimento acentuado das condições do mercado de trabalho.
Destaques do calendário económico global
Espera-se também que uma agenda internacional preenchida acrescente contexto ao quadro global de crescimento e inflação. Prevê-se que a Austrália se mantenha resiliente, mesmo com um crescimento mais lento no segundo trimestre, enquanto a Índia deverá continuar entre as grandes economias com crescimento mais rápido, à medida que o dinamismo abranda face ao primeiro trimestre. Antecipase que a expansão do Brasil perca ritmo após um início de ano robusto. Na Europa, prevê-se que a inflação da zona euro acelere, reforçando o argumento a favor de uma subida de taxas do BCE em setembro, e a atenção incidirá também sobre o relatório de emprego do Canadá e uma decisão do Banco do Canadá, num contexto de escalada das tensões comerciais com os EUA.
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