O EUR/USD manteve-se consistente mesmo com o ressalto nos mercados de energia, com o gás natural europeu a regressar aos máximos de março de 60 €/MWh. A resiliência do par coincidiu com alterações nos diferenciais de taxas de juro, uma vez que a subida do petróleo empurrou a formação de preços do mercado para uma resposta de aperto mais agressiva por parte do Banco Central Europeu do que por parte da Reserva Federal.
A ING espera que o EUR/USD deslize de volta para 1,1380 antes de ganhar direção com a próxima reunião e conferência de imprensa do BCE. Acrescenta ainda que os mercados poderão mostrar relutância em incorporar taxas do BCE ainda mais elevadas, independentemente da linguagem utilizada. O banco refere também que a sua visão de curto prazo assume que não haverá qualquer avanço no sentido de um novo cessar-fogo entre os EUA e o Irão. O artigo foi produzido com recurso a uma ferramenta de inteligência artificial e editado por um editor.
Ressalto dos preços da energia e reação do mercado cambial
Esperamos que o EUR/USD derrape de volta para a zona de 1,1380 nas próximas semanas, à medida que o mercado assimila a recente volatilidade dos preços da energia. Apesar de os preços do gás natural europeu voltarem a testar máximos perto de 60 € por megawatt-hora, o euro tem mostrado uma resiliência surpreendente, apoiado por diferenciais de taxas de juro favoráveis. Os traders de derivados devem preparar-se para este deslizamento em baixa, estruturando estratégias de curto prazo com viés baixista ou de negociação em intervalo.
Perspetivas para o BCE e estratégias de negociação no EUR/USD
A próxima reunião do Banco Central Europeu será o teste decisivo para este par cambial, mas acreditamos que o potencial de subida do euro é estritamente limitado. Com a inflação na Zona Euro a estabilizar perto de 2,4%, é altamente improvável que os decisores surpreendam o mercado com novas subidas agressivas de taxas. Como o mercado já incorporou um banco central com um tom hawkish, a compra de opções put sobre o EUR/USD antes da reunião oferece uma relação risco-retorno atrativa.
Entretanto, a postura estável da Reserva Federal mantém o dólar resiliente, sobretudo com as taxas de juro nos EUA a permanecerem firmes. Qualquer potencial progresso nas negociações geopolíticas poderá aliviar rapidamente as pressões globais sobre a energia, retirando ao euro o recente suporte vindo das commodities. Recomendamos a utilização de calendar spreads ou a venda de opções call sobre o EUR/USD para capitalizar este potencial de subida limitado.
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