Os consultores de negociação de matérias-primas (CTAs) têm vindo a fechar posições curtas em ouro, elevando o posicionamento em cerca de 7% do máximo histórico, ao mesmo tempo que reduzem posições curtas em platina. O ouro foi descrito como a subir na sessão, à medida que os fluxos sistemáticos regressavam às compras, a par da procura contínua por parte de fundos negociados em bolsa (ETF).
Os fluxos terão sido sustentados por novas entradas nos ETF de ouro chineses após o período de feriados e pela procura global contínua por ETF. A nota referiu o risco geopolítico, preocupações fiscais, desvalorização do dólar, desdolarização e receios de estagflação como motores persistentes da alocação, com a expectativa de que o ouro possa desacoplar-se ainda mais das taxas reais e prolongar um mercado em alta até 2027. O artigo foi produzido com recurso a uma ferramenta de Inteligência Artificial e revisto por um editor.
Orientação Estratégica para Traders de Derivados
Aconselhamos os traders de derivados a alinhar agressivamente as suas estratégias com uma perspetiva otimista para o ouro, numa altura em que os principais consultores de negociação de matérias-primas (CTAs) estão a fechar ativamente as suas posições curtas. Os gestores de fundos sistemáticos recompraram recentemente posições curtas equivalentes a cerca de 7% do seu posicionamento máximo histórico, o que reduz drasticamente a pressão descendente. Esta mudança súbita de posicionamento cria um forte sinal de compra no curto prazo, que devemos explorar através de alavancagem.
Este momentum é apoiado por fortes entradas físicas, com os ETF globais de ouro a inverterem recentemente a sua queda de vários anos, registando entradas líquidas positivas. De forma crucial, os ETF de ouro chineses estão a registar um aumento significativo de entradas após os recentes feriados nacionais, sinalizando um interesse robusto de retalho e institucional na Ásia. Devemos procurar capitalizar esta procura global sincronizada utilizando opções de compra (calls) para assegurar o potencial de valorização.
Contexto Histórico e Perspetiva de Longo Prazo
Historicamente, o ouro tem servido como o derradeiro escudo contra a desvalorização cambial, tendo disparado mais de 1.300% durante a década estagflacionista dos anos 1970. Hoje, com a dívida soberana global a ultrapassar os 100 biliões de dólares e os bancos centrais a comprar volumes historicamente elevados de ouro, o suporte fundamental para o metal é extremamente sólido. Devemos reconhecer que conflitos geopolíticos persistentes e preocupações fiscais continuarão a alimentar fluxos de procura por ativos-refúgio.
Estamos também a observar uma rara mudança estrutural em que o ouro se está a desacoplar completamente das taxas de juro reais, subindo mesmo quando as yields se mantêm elevadas. Esta divergência indica que o mercado está a incorporar riscos sistémicos de longo prazo, preparando o terreno para um mercado em alta prolongado que poderá estender-se até 2027. Para maximizar retornos, recomendamos a montagem, nas próximas semanas, de spreads otimistas com maturidades longas, para capturar esta tendência histórica.
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