O vídeo enquadra uma abordagem de negociação que privilegia comprar a fraqueza do dólar norte-americano, ao mesmo tempo que vende as recuperações da libra esterlina, com o analista a manter uma visão otimista para o DXY e a identificar zonas para iniciar ou reforçar posições. Aborda ainda uma pausa no WTI, mantendo o foco num movimento bem acima dos 100 dólares.
Nos metais preciosos, o analista continua a procurar níveis mais baixos no ouro, na prata e na platina, caracterizando a subida do dia como um ressalto de alívio. A descrição apresenta o percurso do comentador como analista independente e antigo membro da Chicago Mercantile Exchange (Divisão IOM), com participações anteriores em televisão e rádio financeiras, incluindo a CNBC.
Dólar dos EUA, Libra Esterlina e Recomendações de Trading
Aconselhamos os traders de derivados a comprarem ativamente qualquer fraqueza de curto prazo no Índice do Dólar dos EUA (DXY) nas próximas semanas. Com a Reserva Federal a manter uma política monetária relativamente mais restritiva do que a dos seus pares globais, o dólar continua fundamentalmente suportado. Dados recentes de mercado mostram o DXY a manter-se firme acima do nível-chave dos 103, tornando pequenas correções pontos de entrada muito apelativos para posições longas.
Em contrapartida, recomendamos vender GBP/USD (Cable) em quaisquer recuperações temporárias. A economia do Reino Unido continua a debater-se com crescimento anémico, dado que os dados recentes do PIB trimestral mal avançaram 0,1%, o que limita a margem de manobra do Banco de Inglaterra. Os traders deverão apontar para zonas de resistência perto de 1,28 para estabelecer posições curtas, antecipando que a libra terá dificuldade em sustentar quaisquer ganhos.
Perspetivas para Metais Preciosos e Previsão para o Petróleo
No mercado de metais preciosos, entendemos que os recentes ressaltos no ouro, na prata e na platina são rallies de alívio temporários, e não o início de uma nova tendência de alta. O recuo do ouro face aos seus máximos históricos acima de 2.500 dólares por onça sugere que os rendimentos obrigacionistas persistentemente elevados continuam a penalizar fortemente os ativos sem rendimento. Sugerimos recorrer a futuros e opções para posicionamento para novas quedas, com alvo em níveis de suporte perto dos 2.300 dólares.
Por fim, mantemo-nos muito otimistas em relação ao crude WTI, apesar da atual pausa temporária. Os cortes de oferta em curso por parte da OPEP+ e o aumento da procura global estão a manter os mercados físicos de energia extremamente apertados. Antecipamos uma forte rutura técnica nas próximas semanas que levará os preços do petróleo bem acima da fasquia dos 100 dólares por barril.
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