As ações norte-americanas subiram, mesmo com as yields das obrigações do Tesouro dos Estados Unidos (EUA) a avançarem e com os mercados a reavaliarem a perspetiva para a Reserva Federal (Fed) numa trajetória mais hawkish, com as yields reais a atingirem máximos de vários anos. A subida foi impulsionada por um ressalto nas ações de semicondutores, depois de o Philly Semiconductor Index ter avançado 5,21%, o melhor desempenho diário em um mês, ajudando os principais índices a ganhar apesar de fragilidades abaixo da superfície.
Desempenho dos mercados nos EUA e na Europa
O S&P 500 somou 0,89%, embora a maioria dos seus constituintes tenha caído no dia. A Europa acompanhou o tom de maior apetite pelo risco: o STOXX 600 subiu 0,56%, enquanto o STOXX Technology Index disparou 3,29%.
Resultados empresariais no centro das atenções
A atenção virou-se depois para os resultados, divulgados após o fecho nos EUA, da Alphabet e da Tesla, com o foco nos planos de despesa de capital da Alphabet e na reação do mercado.
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