O dólar norte-americano negociou de forma irregular, à medida que os mercados avaliavam a subida dos preços do petróleo, um iene japonês mais firme e o aumento das fricções comerciais dos EUA, num contexto de ações mais fracas e rendibilidades norte-americanas mais elevadas, com uma curva das Treasuries ligeiramente mais inclinada. O Brent foi descrito como estando a aproximar-se dos 100 dólares após ataques a infraestruturas petrolíferas sauditas. No mercado de taxas, os swaps continuaram a apontar para cerca de 60% de probabilidade de um movimento de 25 pontos base na reunião de setembro, enquanto a atenção se virava para as divulgações da inflação nos EUA, à procura de orientação sobre o rumo da política monetária no curto prazo.
Agravamento das tensões comerciais
Os riscos comerciais intensificaram-se depois de o Presidente Trump ter criticado o Canadá online, em resposta às tarifas retaliatórias de Ottawa, tendo também associado a perspetiva de um conflito comercial mais amplo à posição da Reserva Federal quanto às taxas de juro.
Próximos dados económicos dos EUA
O foco do calendário estava no PPI dos EUA, com divulgação prevista para quinta-feira, e no CPI, na sexta-feira, considerados elementos-chave antes da decisão de 16 de setembro, com a Fed a entrar num período de silêncio (blackout) do FOMC. O artigo referia ainda que o conteúdo foi produzido com a ajuda de uma ferramenta de IA e revisto por um editor.
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